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O presidente do Conselho Metropolitano do Porto Pedro Duarte, fez questão de marcar presença no espetáculo final da terceira edição do projeto ELO, do Coliseu do Porto, que trabalhou a inclusão. “Este projeto mostra o melhor que há na alma tripeira”, considerou Pedro Duarte.
“É particularmente gratificante para quem é presidente da Câmara do Porto e da Área Metropolitana do Porto ver que nesta região, neste Grande Porto, existe um projeto como este”, referiu Pedro Duarte, no espetáculo de encerramento de um projeto que juntou quase uma centena de participantes, dos 14 aos 82 anos.
Para o presidente do Conselho Metropolitano do Porto, a terceira edição do ELO, que uniu a comunidade escolar e a comunidade do Estabelecimento Prisional do Porto, em Custóias (Matosinhos), representa “a ideia de cidade”.
“A nossa ideia de cidade, do Grande Porto, é muito mais do que um conjunto de ruas, de estradas, de edifícios, de carros a circular. O que faz verdadeiramente uma cidade é a comunidade. Uma cidade tem de ser uma comunidade”, defendeu o líder da Área Metropolitana do Porto, que apoiou o ELO junto com a Irmandade dos Clérigos e o Turismo do Porto e Norte.
Na sua terceira edição, o projeto do Serviço Educativo do Coliseu trabalhou a inclusão e os temas da adolescência através da arte. Contou com cerca de uma centena de participantes, vindos de diferentes níveis sociais, escolares e culturais da Área Metropolitana do Porto e divididos por quatro grupos: música, teatro, dança e criação plástica.
Segundo Pedro Duarte, a terceira edição do ELO, que se inspirou no “Coro dos Maus Alunos” (de Tiago Rodrigues), mostrou o espírito de uma comunidade onde as pessoas se “entreajudam, se relacionam e vivem conjuntamente”. “Acho que este projeto mostra isso tudo, mostra o melhor que há na alma tripeira, que há na nossa forma e modo de estar na vida”. Para o diretor artístico do Coliseu, Miguel Guedes, o ELO mostra “que a arte pode salvar”.
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