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A Área Metropolitana do Porto (AMP) deu o pontapé de saída para a preparação de uma Estratégia Metropolitana da Saúde, que vai procurar “respostas integradas e eficientes” para o território, além de fazer recomendações ao Estado Central.
Numa reunião com os vereadores com o pelouro da Saúde da AMP, o Primeiro-Secretário da Comissão Executiva, Agostinho Branquinho, lembrou que a Saúde é precisamente “uma das áreas” colocadas como prioritárias no Plano de Atividades para 2026.
Nessa reunião, coordenada pela secretária metropolitana Ana Amorim, foi salientada a “importância” de os 17 municípios da AMP desenvolverem “conjuntamente uma Estratégia Metropolitana da Saúde”, que seja capaz de promover impacto real no território.
É que, todos defenderam que “a eficácia e eficiência das políticas locais de saúde depende também de uma visão concertada de recursos, medidas e visão comum para o território”.
Segundo Ana Amorim, a Estratégia Metropolitana da Saúde vai procurar “respostas integradas e eficientes” para o setor na região, avaliar o impacto das medidas e preparar recomendações para se fazer ao Estado Central.
Durante a reunião com os vereadores com o pelouro da Saúde, considerou-se que o trabalho metropolitano também “é essencial para a identificação de constrangimentos e necessidades prioritárias” e para que se consiga “uma maior adequação da legislação e cooperação financeira” no domínio da Saúde.
“A partilha de conhecimentos e experiências, a procura de respostas integradas e eficientes, o impacto das medidas num território alargado e a importância de apresentação de recomendações políticas ao Governo, a partir do diagnóstico local e metropolitano, foram aspetos realçados como essenciais para os quatro anos de mandato”, referiu Ana Amorim.
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