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A Área Metropolitana do Porto (AMP) está com taxas de execução “muito significativas” ao nível dos fundos comunitários, considera o presidente do Conselho Metropolitano do Porto (CMP), Pedro Duarte. Em causa, uma taxa de execução de 86% do PRR (Plano de Recuperação e Resiliência) e uma taxa de aprovação de 76% ao nível do Norte 2030.
Para Pedro Duarte, é motivo de enaltecer todo o trabalho que foi feito pela AMP, que permitiu, “em poucos meses” recuperar muito terreno. “Quando aqui chegamos, tínhamos uma circunstância claramente muito difícil. Éramos claramente o caso mais complicado em termos nacionais. Tínhamos os piores níveis de execução”, recordou Pedro Duarte.
Para inverter a situação, foi criado, em março, um grupo de trabalho, denominado Grupo de Trabalho Técnico de Gestão e Execução de Fundos (GT-2030) e composto por técnicos da AMP e dos seus 17 municípios. “Em poucos meses, conseguimos recuperar muito rapidamente, através de um trabalho intenso da AMP e dos seus diferentes municípios. Acho que, de uma forma quase milagrosa”, enfatizou o presidente do CMP.
Graças a esse grupo de trabalho, na reunião descentralizada do CMP, que decorreu em Espinho, foi possível apresentar uma taxa de execução de 76% do PRR (“Operações Integradas em Comunidades”) e uma taxa de aprovação de 86% ao nível do Norte 2030.
“Hoje, estamos com taxas de execução que são muito significativas e o que se perspetiva é que vamos chegar aos 100% de execução do PRR”, reafirmou Pedro Duarte.
Fotografia: Andreia Merca/Câmara Municipal do Porto
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