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São mais de 7.300 os ativos culturais existentes nos 17 municípios da Área Metropolitana do Porto (AMP), segundo o Mapeamento do Setor Cultural e Criativo Metropolitano, desenvolvido pela Universidade do Minho. O documento foi apresentado aos vereadores da Cultura da região, numa reunião coordenada pela secretária metropolitana Andreia Ferreira.
O estudo, elaborado através do POLOBS – Observatório de Políticas de Ciência, Comunicação e Cultura, constitui, segundo a secretária metropolitana, “uma base de conhecimento inédita sobre o ecossistema cultural metropolitano e um importante instrumento de apoio à definição de políticas públicas, ao planeamento estratégico e ao desenvolvimento de futuras iniciativas de cooperação”.
No início da reunião, que decorreu na sede da AMP, Andreia Ferreira destacou precisamente a importância do projeto para “a consolidação de uma visão estratégica da cultura à escala metropolitana”.
O estudo, previsto na Carta Metropolitana para a Cultura 2023-2028, vai ser submetido, agora, à Comissão Executiva Metropolitana e, posteriormente, ao Conselho Metropolitano do Porto para apreciação.
Após a aprovação formal, será possível avançar para a fase seguinte do projeto, centrada no desenvolvimento da futura Plataforma Metropolitana para a Cultura, destinada a promover o conhecimento, a valorização e a articulação dos recursos culturais do território.
Durante a reunião, foi feito ainda um ponto de situação da edição de 2026 do “Sons do Património” e analisou-se a proposta de adesão conjunta dos municípios à plataforma Press Reader, através da Rede Metropolitana de Bibliotecas Públicas, entre outros.
“A reunião confirmou o empenho dos 17 municípios em continuar a desenvolver projetos de dimensão metropolitana, potenciando sinergias, valorizando os recursos culturais existentes e consolidando a cultura como um fator de desenvolvimento, identidade e atratividade do território”, considerou Andreia Ferreira.
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