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Um mês depois de terem sido iniciados os primeiros trabalhos, a Área Metropolitana do Porto (AMP) está prestes a constituir uma rede, que pretende fixar uma estratégia comum, definir uma intervenção integrada e evitar a duplicação de respostas no âmbito da prevenção e do combate da violência doméstica.
A iniciativa, da secretária metropolitana Ana Amorim, surge da necessidade “de articulação entre os diferentes setores de intervenção e políticas de igualdade” para que melhor se superem os desafios existentes na região no domínio da violência doméstica.
Há um mês, Ana Amorim reuniu-se com um conjunto alargado de entidades com intervenção nesse domínio. Uma reunião que ocorreu na sede da AMP e que contou com a participação do Primeiro-Secretário Agostinho Branquinho.
Entretanto, já se efetuou uma série de reuniões setoriais, no âmbito da Saúde e da Segurança Social, por exemplo, estando a AMP em condições de assinar brevemente um protocolo com todas as entidades envolvidas que visa a criação de uma Rede Metropolitana de Interação e Intervenção no âmbito da Igualdade e da Violência Doméstica.
Trata-se de um modelo supraconcelhio de coordenação estratégica, orientado para a harmonização de procedimentos, partilha de referenciais comuns e reforço da eficácia das respostas locais, sem prejuízo da autonomia municipal, e que visa sobretudo melhorar as respostas existentes na região para as vítimas de violência doméstica.
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