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O presidente da Câmara Municipal de Gondomar, Luís Filipe Araújo, considera que as reuniões descentralizadas do Conselho Metropolitano do Porto são uma oportunidade para os municípios darem a conhecer e valorizarem os seus territórios, mostrando os equipamentos, projetos e recursos que contribuem para a identidade e o desenvolvimento da região metropolitana.
Na abertura da reunião do Conselho Metropolitano do Porto, realizada no Lugar do Desenho – Fundação Júlio Resende, o autarca sublinhou a importância de cada município receber estes encontros, considerando que permitem dar visibilidade a espaços de relevância metropolitana. Sobre o local escolhido para a reunião, afirmou tratar-se de um “equipamento extraordinário, de dimensão metropolitana”.
Luís Filipe Araújo destacou também a pertinência da discussão sobre habitação, tema incluído na agenda por iniciativa do presidente do Conselho Metropolitano do Porto, Pedro Duarte. “Vivemos numa cidade só e essa cidade só deve ser pensada de forma coordenada”, afirmou, defendendo que as respostas a este desafio devem considerar a coesão territorial de toda a Área Metropolitana do Porto.
O autarca reforçou esta posição durante os trabalhos, defendendo uma abordagem integrada: “É fundamental termos uma política metropolitana para a habitação, conjugada com políticas de mobilidade e saúde, porque nós somos, e vamos ser cada vez mais, uma cidade só”.
A reunião de Gondomar foi a terceira sessão descentralizada do Conselho Metropolitano do Porto, depois dos encontros realizados em Arouca e Espinho. A iniciativa permite aproximar os órgãos metropolitanos dos diferentes municípios e dar a conhecer, no terreno, a diversidade e as potencialidades dos 17 territórios que integram a AMP.
Fotografia: Vinicius Ferreira/AMP
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