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Ao fim de uma semana a trabalhar para ajudar os outros, uma certeza ficou para os 34 participantes da Academia Metropolitana de Voluntariado, organizada pela Área Metropolitana do Porto (AMP): o que fizeram teve impacto na vida das pessoas. Uma conclusão, aliás, enfatizada pelo Primeiro Secretário da AMP, Agostinho Branquinho, na sessão de encerramento da iniciativa que já vai na quarta edição: “O voluntariado muda a vida das pessoas”.
Francisca Sousa, de Gondomar, é um exemplo disso mesmo. Entrou na Academia de Voluntariado com medo. Saiu com saudade. É que, o voluntariado muda a vida de quem recebe ajuda mas também de quem a pratica.
“Entrei com medo de não fazer amigos, saio com medo de fazer esta despedida”, confessou Francisca Sousa, momentos antes de receber o diploma de participação na quarta edição da Academia Metropolitana de Voluntariado. “Foi uma experiência incrível, uma semana de desafios e superações”, acrescentou Tomás Costa, do Porto.
É que, foi precisamente isso que tiveram de fazer os 34 voluntários ao longo de uma semana, “Saíram da sua zona de conforto para viverem os desafios da sua comunidade”, sintetizou a secretária metropolitana com a área da Ação Social, Ana Amorim.
“O voluntariado exige esforço, adaptação e trabalho em equipa. Mas quando damos tempo aos outros recebemos muito mais”, considerou, por sua vez, Elisabete Silva, vereadora do concelho que acolheu a sessão de encerramento da quarta edição da Academia Metropolitana de Voluntariado da AMP: Vila Nova de Gaia.
Segundo Ana Amorim, desde 2022, a Academia Metropolitana de Voluntariado já juntou 136 jovens e realizou 60 ações de voluntariado. Algo que diz só ter sido possível graças “a um trabalho em rede”. Na edição de 2026, foram concretizadas iniciativas nas áreas do Ambiente, Ação Social, Cultura, Proteção Animal e do voluntariado comunitário.
Fotografia: Chistian Baes
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