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Pedro Duarte garante que a Área Metropolitana do Porto (AMP) está a “trabalhar muito intensamente” para que nenhum fundo comunitário seja desperdiçado. Essa, aliás, é uma das grandes prioridades do Plano de Atividades para 2026, aprovado em Arouca.
“Estamos a trabalhar muito intensamente, ao nível de todos os fundos comunitários a que podemos recorrer”, assegurou o presidente do Conselho Metropolitano do Porto, no final da primeira de 17 reuniões descentralizadas daquele órgão.
Segundo Pedro Duarte, “vai ser um desafio”, devido à conjetura atual, marcada pelos efeitos do comboio de tempestades que assolou o país entre janeiro e fevereiro, além das consequências que a guerra no Médio Oriente poderá acarretar ao nível económico.
“Perante toda esta nova realidade, temos de nos adaptar. É isso que, na Área Metropolitana do Porto, estamos a procurar fazer: criar condições para acudirmos ao que for possível, do ponto de vista das necessidades mais imediatas, e, depois, prepararmos o futuro, designadamente não desperdiçando fundos comunitários”, antecipou Pedro Duarte.
Para tal, o Plano de Atividades prevê a criação de um grupo de trabalho, que visa “agilizar a análise técnica e a tramitação de candidaturas”, assegurar “o cumprimento rigoroso dos calendários, prevenindo risco de perda de financiamento”, além de criar uma carteira de projetos de mobilização rápida para o futuro Programa Territorial de Resiliência e Recuperação (PTRR).
O Grupo de Trabalho Técnico de Gestão e Execução de Fundos (GT-2030) será composto por técnicos da AMP e dos seus 17 municípios. Visa “reforçar a articulação supramunicipal e a eficiência na execução dos fundos europeus”.
“O objetivo macro em 2026 é maximizar a captação e a execução. Ou seja, a prioridade máxima de atuação será a de aumentar a taxa de aprovação e de execução financeira dos programas comunitários”, fixa-se no Plano de Atividades da AMP.
Fotografia: Andreia Merca/Câmara Municipal do Porto
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