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AMP avança com nova geração de mobilidade integrada para 2026
AMP avança com nova geração de mobilidade integrada para 2026
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A Área Metropolitana do Porto (AMP) vai dar em 2026 um passo decisivo para consolidar uma mobilidade mais integrada, sustentável e orientada para a experiência do cidadão. O Plano de Atividades da AMP, aprovado na passada sexta-feira, prevê o reforço do Plano Metropolitano de Mobilidade e a criação da nova infraestrutura de dados do Observatório Metropolitano de Mobilidade, instrumento que permitirá decisões mais rápidas, baseadas em indicadores fiáveis e numa leitura comum do território.


Segundo o documento, uma das prioridades será estabelecer um modelo formal de governança com os principais operadores — CP, Metro do Porto, STCP e a Transportes Metropolitanos do Porto (TMP) — com reuniões trimestrais dedicadas à integração de rede, harmonização de horários, interfaces, informação ao passageiro e métricas de qualidade. A AMP pretende assim reforçar o papel de coordenação supramunicipal que lhe cabe enquanto Autoridade de Transportes, promovendo maior eficiência e melhor articulação entre sistemas. 


A mobilidade sustentável é igualmente um eixo central. O Programa AMP Mobilidade 2030 inclui iniciativas que visam melhorar a experiência dos utilizadores, promover integração modal e reforçar a acessibilidade no território, com foco nas deslocações quotidianas e na redução de emissões. 


Em paralelo, será desenvolvida a plataforma metropolitana de dados — integrando informação de mobilidade, ambiente e planeamento — que permitirá monitorizar padrões de deslocação, avaliar o desempenho da rede e apoiar investimentos estratégicos. O objetivo é criar uma gestão mais inteligente e coordenada da mobilidade metropolitana, com impacto direto na qualidade de vida dos cidadãos dos 17 municípios da AMP.


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