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O presidente do Conselho Metropolitano do Porto (CMP), Pedro Duarte, considera que o PITCH-Porto Innovation and Technology Community Hub “pode ser estratégico para toda a região”. Por isso, vê com “muita satisfação” a disponibilidade de concelhos como Matosinhos, Maia, Valongo e Gondomar em acolher diferentes valências de um projeto que visa criar “uma das maiores plataformas de partilha de conhecimento e inovação da Europa”.
O projeto, que vai arrancar a partir do Porto, através da reativação do Asprela Innovation District, deverá alargar-se progressivamente a toda a Área Metropolitana do Porto. Algo que foi acolhido com entusiasmo na reunião desta sexta-feira do Conselho Metropolitano do Porto.
“Há vontade dos municípios e acho que é importante que a rede também se alargue desse ponto de vista. Fico muito satisfeito que isto aconteça e não tenho dúvidas que vai haver disponibilidade também de outros municípios. Portanto, vamos ter aqui uma saudável competição, se for o caso, por termos polos de desenvolvimento que vão beneficiar a vida das pessoas”, sustentou Pedro Duarte.
É que, o PITCH pretende, nomeadamente, “atrair para o Grande Porto investimento nacional e internacional”, aumentar as exportações tecnológicas e criar emprego qualificado. Daí, o presidente do CMP considerar que é um “projeto muito importante”, que “pode ser estratégico para toda a região, para a área metropolitana, para a região Norte”.
O PITCH – Porto Innovation and Technology Community Hub, que foi lançado em junho pela Câmara Municipal do Porto, Universidade do Porto e Universidade Técnica do Porto, vai assumir agora uma liderança metropolitana. Pretende-se, com isso, criar uma grande plataforma de inovação e tecnologia à escala regional, aproximando universidades, empresas, investigação, startups e território.
Fotografia: Andreia Merca/Câmara Municipal do Porto
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