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O Primeiro Secretário da Comissão Executiva da Área Metropolitana do Porto (AMP), Agostinho Branquinho, considera que o Plano de Ação para as Comunidades Desfavorecidas teve um “impacto direto na vida das pessoas”.
Para Agostinho Branquinho, os 16,5 milhões mobilizados para “promover respostas mais eficazes junto das populações em situação de maior vulnerabilidade” nos concelhos da Maia, de Santo Tirso e Trofa, permitiram “desenvolver iniciativas concretas junto das comunidades, reforçar respostas sociais e apoiar intervenções que tiveram impacto direto na vida das pessoas”.
“O trabalho desenvolvido demonstra que, quando há cooperação institucional, visão estratégica e proximidade às comunidades, é possível gerar mudanças reais”, sublinhou o Primeiro Secretário da AMP, ao discursar na cerimónia de apresentação dos resultados das operações implementadas nos municípios da Unidade Técnica Local do Interior Norte.
Por isso, Agostinho Branquinho defende que o encerramento do Plano de Ação para as Comunidades Desfavorecidas não pode representar “um ponto final mas, antes, um momento de renovação do compromisso” da AMP.
“Enquanto Área Metropolitana do Porto, continuaremos a trabalhar para que os instrumentos de política pública contribuam para territórios mais coesos, mais inclusivos e mais justos. E continuaremos a valorizar o papel das comunidades locais e das entidades que nelas intervêm diariamente”, garantiu Agostinho Branquinho.
Isto porque, para o Primeiro Secretário da AMP, “as políticas públicas só fazem verdadeiramente sentido quando se traduzem em oportunidades concretas para as pessoas _ quando ajudam a criar percursos de autonomia, quando reforçam o acesso a serviços, quando aproximam os cidadãos das soluções”.
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