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O Desporto vai passar a ter programas de âmbito metropolitano que visem a criação de eventos específicos para diferentes faixas etárias e grupos sociais, com especial enfoque para a inclusão de pessoas com deficiência.
“Devemos trabalhar de forma agregadora, na troca de experiências e de implementação de medidas replicáveis em todo território”, considera-se no Plano de Atividades para 2026 da Área Metropolitana do Porto (AMP), aprovado na reunião do Conselho Metropolitano de Arouca.
Nesse âmbito, também serão desenvolvidos projetos de intercâmbio com outras entidades nacionais e internacionais, prevendo-se que seja dado ênfase a temáticas como o Desporto para Todos. O objetivo é a integração de pessoas com deficiência ou de meios sociais mais complexos.
Segundo o Plano de Atividades para 2026, pretende-se criar uma Estratégia Metropolitana de Desporto que deverá integrar a promoção da saúde, inclusão social e coesão territorial. “Deve incluir atividades regulares, eventos de alto nível, desenvolvimento desportivo sustentável e parcerias com entidades relacionadas com estas áreas de intervenção”, fixa-se.
Além disso, o Desporto será articulado com outras áreas de atividade como o turismo, incrementando estratégias de dinamização do turismo desportivo, tendo por base a Carta Desportiva Metropolitana. Com isso, pretende-se “promover o território como destino de eventos de diferentes dimensões, bem com capacitar as instalações existentes para estágios e outras atividades similares”.
O Plano de Atividades prevê ainda a criação de um Observatório Metropolitano do Desporto que, além de acolher a Carta Desportiva Metropolitana (com todas as infraestruturas desportivas da região), irá abarcar uma Carta de Espaços Desportivos de Natureza, que visa “valorizar os recursos naturais que possam ser adequados à prática desportiva e de lazer”.
Fotografia: Andreia Merca/Câmara Municipal do Porto
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