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A vice-presidente do Conselho Metropolitano do Porto e presidente da Câmara Municipal de Arouca, Margarida Belém, destacou esta sexta-feira, em Arouca, a importância das reuniões descentralizadas do Conselho para reforçar a proximidade entre municípios da AMP e aprofundar o conhecimento das diferentes realidades territoriais.
"O que estão a mostrar aqui enquanto AMP é precisamente que o espírito de coesão e cooperação estão sempre presentes em tudo o que fazemos no coletivo. Este é um exemplo de que, para atingirmos esses objetivos, temos de trabalhar em conjunto, focados na proximidade e na garantia de coesão territorial. A reunião descentralizada de hoje representa exatamente isso", afirmou a autarca.
Segundo Margarida Belém, estes encontros no território “reforçam a proximidade entre os presidentes, facilitam o diálogo e a compreensão das singularidades de cada município", o que considera “muito positivo” para o trabalho metropolitano.
A reunião, que decorreu na Biblioteca Municipal de Arouca, foi a primeira sessão descentralizada deste mandato, permitindo aos autarcas conhecer no terreno projetos e dinâmicas locais. No final dos trabalhos, os presidentes visitaram a obra do Quintãs Equestrian Center (Centro Hípico das Quintãs), um investimento relevante para o concelho.
Margarida Belém foi eleita vice-presidente do Conselho Metropolitano do Porto em novembro de 2024, assumindo novamente funções que já desempenhara no mandato 2017‑2021, tendo sido a primeira mulher a integrar a vice‑presidência da AMP. Presidente da Câmara Municipal de Arouca desde 2017 — e primeira mulher a liderar o município — integrou o executivo municipal desde 2009 e foi vice‑presidente entre 2013 e 2017. Desempenha ainda funções como presidente da ADRIMAG e da AGA – Associação Geoparque Arouca, e integra o Conselho Estratégico de Turismo do Porto e Norte de Portugal. Licenciada em Turismo, exerceu funções de coordenação na Região de Turismo da Rota da Luz antes de assumir responsabilidades autárquicas.
Para a vice-presidente do Conselho Metropolitano, esta articulação política e territorial é essencial para consolidar a visão conjunta da AMP e preparar o futuro metropolitano com maior coesão, equilíbrio e capacidade de valorização de todo o seu potencial.
Fotografia: Andreia Merca/Câmara Municipal do Porto
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