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AMP prepara Plano Metropolitano de Saúde com contributos das entidades do setor
AMP prepara Plano Metropolitano de Saúde com contributos das entidades do setor
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A Área Metropolitana do Porto (AMP) está a desenvolver, em articulação com os 17 municípios que a integram, um Plano Metropolitano de Saúde, que permitirá conhecer melhor a realidade do território, identificar desafios e oportunidades, bem como definir uma estratégia comum para a área da Saúde à escala metropolitana. Um trabalho coordenado pela secretária metropolitana Ana Amorim.


A construção do Plano Metropolitano de Saúde está organizada em três etapas: diagnóstico e partilha de práticas; definição de medidas de coesão territorial em saúde; e criação de um modelo de monitorização, assente em indicadores e mecanismos de reporting.


Para recolher contributos e integrar diferentes perspetivas na definição do Plano, a AMP reuniu com entidades e estruturas com intervenção na área da Saúde, num encontro em que marcou presença o Primeiro Secretário da AMP, Agostinho Branquinho. O encontro permitiu identificar áreas de articulação e preparar uma nova fase de trabalho, que incluirá reuniões descentralizadas com cada uma das entidades envolvidas.


Entre as entidades que participarão neste processo estão: a Direção Executiva do Serviço Nacional de Saúde, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, a Direção-Geral da Saúde, a Entidade Reguladora da Saúde e o Instituto para os Comportamentos Aditivos e Dependências, bem como as Unidades Locais de Saúde que intervêm no território metropolitano: Entre Douro e Vouga, Gaia-Espinho, Médio Ave, Matosinhos, Póvoa de Varzim-Vila do Conde, Tâmega e Sousa, Santo António e São João.


O processo contará ainda com a participação do Instituto Português de Oncologia e das diferentes ordens profissionais ligadas à área da Saúde, nomeadamente as dos médicos, psicólogos, médicos dentistas, médicos veterinários, nutricionistas, enfermeiros, assistentes sociais, fisioterapeutas, farmacêuticos e biólogos.


A participação dessas entidades pretende contribuir para um diagnóstico mais abrangente da realidade metropolitana e para a definição de respostas que tenham em conta as diferentes necessidades do território.


O trabalho surge num contexto de transferência de competências para os órgãos municipais e intermunicipais no domínio da saúde, decorrente da Lei n.º 23/2019, de 30 de janeiro, e do Decreto-Lei n.º 23/2019. Nesse quadro, a AMP assume um papel de coordenação e de apoio técnico, político e financeiro, procurando contribuir para uma atuação mais articulada e coerente entre os diferentes intervenientes.

 

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