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AMP está a trabalhar a “contrarrelógio” para aproveitar fundos comunitários
AMP está a trabalhar a “contrarrelógio” para aproveitar fundos comunitários
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A Área Metropolitana do Porto (AMP) está a trabalhar com o Governo para que seja possível utilizar o máximo de fundos disponíveis no Programa de Recuperação e Resiliência (PRR) e no Portugal 2030. “Estamos em contrarrelógio”, garante o presidente do Conselho Metropolitano do Porto (CMP), Pedro Duarte.


Numa reunião, esta sexta-feira, entre o CMP e o Ministro da Economia e Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, foram acertadas “soluções criativas” para que as obras possam ir o mais rápido possível para o terreno.


“A reunião foi extraordinariamente produtiva. Estamos a encontrar soluções criativas que podem ir ao encontro das nossas expetativas e das populações que queremos servir”, revelou o líder da AMP, Pedro Duarte, no final da reunião.


Nesse sentido, a AMP está a preparar um conjunto de propostas para enviar ao Governo. “Estamos a ultimar, seguindo uma solicitação do Governo, um documento em que estejam aquelas que são as nossas propostas, as nossas sugestões. Estamos em contrarrelógio, isso vai acontecer nos próximos dias”, antecipa Pedro Duarte.


Já o Ministro da Economia e Coesão Territorial confirma o clima de entendimento e cooperação. “Senti dos autarcas uma grande vontade de levar para o terreno as obras que estão previstas, quer no PRR quer no Portugal 2030. Estabelecemos uma forma de cooperação para garantir que os fundos sejam todos executados. Precisamos de executar bem os fundos europeus e temos quer os executar a horas, de acordo com as regras”, refere Castro Almeida.


Perante a impossibilidade de se prolongar os prazos de execução do PRR, devido às regras comunitárias, Castro Almeida acordou com os autarcas da AMP “outras soluções” para que as obras avancem rapidamente para o terreno e para que seja possível aproveitar o máximo possível de fundos europeus.


“É possível fazer uma articulação entre os municípios, fazer uma agregação metropolitana e resolver por esse lado o problema”, exemplificou o da Economia e Coesão Territorial, garantindo: “Senti que podermos resolver os problemas e avançar com as obras que são muitas que estão previstas aqui também na área metropolitana do Porto”.


Fotografia: Andreia Meca/Câmara Municipal do Porto

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