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A Área Metropolitana do Porto (AMP) está a ultimar a criação de uma Plataforma Integrada de Gestão de Emergência para a Proteção Civil, que pretende reunir toda a informação, meios, comunicações e processos necessários para prevenir, monitorizar, responder e recuperar de situações de emergência em toda a região.
O processo visa a assinatura dos protocolos de cooperação entre a AMP, os municípios e os corpos de bombeiros, permitindo que a plataforma comece a funcionar e a integrar, a partir de 1 de janeiro de 2027, todos os agentes de Proteção Civil do território metropolitano.
Nesse sentido, durante uma semana, decorreram reuniões com os municípios da AMP e com o Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil. Reuniões coordenadas pelo secretário metropolitano com a área da Proteção Civil, Tiago Araújo.
Prevê-se que, nos primeiros dias de setembro, arranque a fase de testes da solução tecnológica que vai permitir criar uma visão integrada da realidade metropolitana, reforçar a capacidade de prevenção, resposta e coordenação dos 17 municípios da AMP perante riscos e emergências que ultrapassem fronteiras municipais.
A Plataforma Integrada de Gestão de Emergência para a Proteção Civil não vai substituir os sistemas de emergência existentes nem as competências dos municípios, bombeiros, forças de segurança ou Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.
A mais-valia de um sistema à escala metropolitana passa pela integração e partilha de informação, que permitirá facilitar a coordenação supramunicipal.
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